13 de fev de 2009

DIVULGANDO O MOCHILÃO DE UM CONTERRÂNEO MARANHENSE





"Óh, minha cidade,
deixa-me viver,
que eu quero aprender
tua poesia.
Sol e maresia,
lendas e mistérios,
luar das serestas
e o azul de teus dias."




(Bandeira Tribuzzi - Hino da cidade de São Luis)


Foto: Minha tia Jocelina e eu numa das ruas do Reviver, São Luis-MA

Nasci em São Paulo, mas meu DNA, árabe e português, vem das terras do "maragnon" (águas que correm brigando).

Fiz umas dezenas de viagens para lá no Maverick, no Santana e de avião. Desde pequena, tive o prazer de banhar nas suas praias de areia escura, saborear as comidas, caminhar pela cidade, ter minhas raízes vindas de lá. Aquela família com primos que você ainda está conhecendo, gente que você descobre que é parente por acaso, numa conversa pela rua. Aqueles apelidos mais esquisitos (Diquinho Bomba, Meladinho, Bota pra moer), os nomes, então...são mais esdrúxulos que os apelidos. Digo isso já citando minha família. Se eu fosse homem, me chamaria Verônico, nome do meu avô paterno, que para falar a verdade, agora acho até bonito. Minha mãe se chama DELÇA, nome que meu vô escolheu das leituras da enciclopédia da BAYER. Tenho primos com nomes de estrela, nomes formados pela combinação dos nomes do pai e da mãe, e assim vai.

Os maranhenses são muito hospitaleiros. Desde a primeira vez que se fala com um é como se o conhecêssemos há anos. E as comidas que servem? E não é só um tipo de coisa não! Eles são como italianos (como todo nordestino): você sai empanturrado da casa deles. É doce, salgado, sucos, frutas típicas, é o tempero, o exagero, tudo isso. É JESUS!!!!

O povo maranhense é um dos que menos sai de sua terra. Talvez porque o clima seja equatorial (não há seca por lá), talvez porque a energia (vibe) seja muito boa, talvez porque o povo seja muito bom. Sei que quando se sai de lá, sempre se volta, poque até aquele calor de deixar a gente peguento dá saudades (mentira). Mas deixem-me falar de alguém que saiu de lá, de São Luis do Maranhão. De lá e do Brasil: é o CLAUDIOMAR.

Claudiomar fez um blog excelente, bem escrito, preciso, sobre seu mochilão sabático de um ano pelo mundo. E conta suas histórias de viagem com detalhes e de um jeito muito engraçado. Ainda está na minha mente o jogo de ping pong que ele foi assistir junto com mochileiros da estrada em um prostíbulo. Isso mesmo! E daí é que as histórias ficam mais divertidas e interessantes. Dê uma passada lá, mas volte para cá.

E eu continuo preparando as orientações para o mochilão pela FRANÇA.

Deixarei tudo bem detalhado para prepararmos juntos porque é a melhor forma para tirar "o medo do mal do mundo".

E Claudiomar volta. Para Brasília, mas volta. Ele e seu sangue eternamente energizado pelo Maranhão.


Sorte para todos!


V for Verônica
Post Postadum: Meu, acho q é ele que enche a gente de "me add aí," no Orkut. Aimi autchi!

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