11 de mai de 2009

VOLTA AO MUNDO - GUIAS DE VIAGEM

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Boas noites, bons dias, minha gente!

Antes de tudo, deixe falar que na SARAIVA do Center Norte tá cheio de guia velho em promoção. Tipo um sebão: Dérreal cada!(R$10,00). Tem guias de 2002 a 2007 das "marcas" Michelin, Fodor's, Frommer, Lonely Planet, e umas outras menos pop que esqueci o nome. Eu sei que tenho uns guias em casa que foram datilografados(pra exagerar). Como a maioria das coisas no mundo não mudam de lugar e novidades a gente pega na internet, lá fui eu(que estou pobre por ora) mandar ver em quatro guias. Eita! O da Itália é pra emprestar prá Ju de ITU.
Falando de guias pra fazer a VOLTA AO MUNDO
Imagine você, sua mochilinha, com vários guias dos lugares do mundo. É bom já contratar um sherpa daqui do Brasil pra carregar a biblioteca e você se ocupar apenas da mochila com suas coisinhas menos importantes porque informação é tudo. Você pode estar peladão no Sudão, mas tem que estar vestido de informação. Naaaaada! Aliás, por onde você vai começar sua viagem e por que?
Você já vai ter feito uma pesquisa exaustiva na internet sobre sua viagem e vai saber muito do que você quer fazer. Então, além de você ter estudado muitos guias em livrarias e bibliotecas, ter pego emprestado com todos os seus conhecidos, desconhecidos, comprado algum em sebo, você levará apenas um guia do primeiro continente que você vai visitar. Os demais serão adquiridos ou no país, continente anterior, ou quando você chegar no próximo destino. E o que fazer com o de onde você já esteve? Imite as ações altruísticas de DERSU UZALÁ: deixe o guia que já usou no albergue para os próximos viajantes poderem utilizar. Para quê você vai querer um de onde você já esteve, fazendo peso e inútil? Desapega, nego! isto NÃO É IMPORTANTE!
Clique na foto para assistir a um capítulo muito bonito em espanhol
Li em uma página na net há algum tempo sobre uma menina que estava viajando pela Africa e que conforme passava pelos lugares ia arrancando as folhas correspondentes do Lonely Planet dela pra aliviar o peso. Primeiro achei aquilo um terror. Que pecado, detonar um Lonely Planet porque tá pesando?! Hoje, pensando em meses de viagem carregando uma mochila, acho que ela estava muito certa. Mudei minha visão. O máximo que passei fora, por viagem, foi dois meses e isso não é tempo suficiente pra começar a querer se desfazer de coisas, ou entender como é importante o desapego do que passa a ser desnecessário. Isto é um dos aprendizados do mochilão. Em casa, quando as coisa não cabem mais nas gavetas do guarda-roupa, está na hora de irem embora pra outro corpo. As estantes estão bombando de enfeites e livros? Várias coisas tem que dar espaço para o novo. Cofesso ser um pouco doloroso me desfazer de bibelôs. É que nunca compro essas coisas; as pessoas me presenteiam e gosto de expor para quando elas vem me visitar virem que as considero. Mas quando a prateleira começa a "soltar da parede" é hora de passar coisas adiante.
Dersu: "Capitaaaan!"

Capitan Arseniev: "Dersuuuu!"
Ah, falei de Dersu porque ele pensa no outro, mas também porque ele foi guia do grupo de soldados que estava fazendo a topografia da taiga siberiana.

E cada um, Capitão Arseniev e Dersu, seguiu seu caminho, mas com os corações entrelaçados por uma profunda admiração, amizade e respeito. (chorei duas lágrimas)

V for Verônica

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