10 de jul. de 2011

Mochilão nos céus de outubro escandinavos e novembrianos marselheses





Depois de muito enrolar pra decidir o roteiro (porque eu queria começar pela Romênia ou Turquia e mamorrr queria era chegar logo na França) optamos por começar pela Dinamarca. Nossa! Que virada de roteiro!

Tudo começou com mamorrr querendo ir para a Itália (outra ideia) conhecer a terra dos Pellizzer, que vem de uma família de peleiros franceses que se instalou ao norte da Itália e que teve alguns desgarrados que vieram para o Brasil e se reproduziram, produzindo MAMORRR.



Mamorrr coleciona miniaturas de motos e carros e também os comercializa na Mercado livre. Acontece que a coleção é grande e tem um bom dinheiro investido. Ele, então, decidiu que venderia tudo e que nós iríamos fazer um mochilão este ano porque ele precisava espiritualmente ir para a Europa este ano(ele é exagerado e muito querido). Já vendeu parte de sua coleção e falta pouco pra completar o que vamos gastar por lá.

O plano é passar 20 dias mochilando, porque é o dinheiro que eu também consigo juntar (ou emprestar) neste período. Como terei minhas primeiras férias de trabalho em 3 anos resolvi que valeria a pena o "sacrifício" e vendi 10 dias de trabalho, além de pegar 50% do meu 13º para ajudar e as vendas do meu livro que também ajudam, sem dúvida.
As temperaturas estarão entre 18 e 8ºC segundo pesquisas, o que siginifica que a mochila vai pesada de roupa de frio. Ou mais leve, vá, porque vou tomar menos banho! Ráááááái! (Deixa mamorrr ler isto. Ele fala que vai me esfregar com caco de telha).


Vamos ao roteiro:

25/10 - 20h15 sai o voo de Guarulhos, Air France (comprado diretamente na página deles) para Compenhague, que significa "cidade dos mercadores", com conexão de uma hora em Paris. Sempre fiquem muito atentos a estas conexões de pouco tempo;

26/10 - 14h25 chegada em Copenhague e ida para um albergue que será reservado com um mês de antecedência;

27/10 - Copenhague;

28/10 - alguma outra cidade da Jutlandia, ou viagem de navio à Noruega que tá do ladinho; Isto é o que supomos pq pesquisei pouco...

29/10 - uma nova cidade;

30/10 - volta para Copenhague e voo noturno para Amsterdam (valor pela easyjet R$90,00 aprox)

31/10 - Amsterdam - ver Mariana

01/11 - Amsterdam

02/11 - provavel visita a uma prima de mamãe, Loide, em Maastricht(acho) - trem para Bruxelas;

03/11 - Bruxelas e a noite a caminho de Ardennes - Bastogne (campo de batalha da II guerra Mundial);

4/11 - Bastogne e trem para Luxemburgo;

5/11 - Luxemburgo e caminho para Paris porque será o aniversário de mamorrr e ele quer estar à noite embaixo da Tour Eiffel tomando champagne e comendo queijo Rockefort (hihihi) - ficaremos dia 5 e 6 em um hotel Ibis que está com preço simpático para podermos "comemorar o aniversário";

6/11 - Visitando Versailles que todo primeiro domingo de mês é gratuito (como o Louvre e outros museus)

7/11 - Visita a Paris, cemitérios e atrás de outro albergue pra gente continuar passeando;

8/11 - Hotel dos Inválidos e passeio por Paris;

9/11 - Mais um dia em Paris, claro;

10/11 - a caminho da Normandia pra visitar uma das praias do desembarque dos aliados;

11/11 - a decidir

12/11 - a decidir

13/11 - a caminho de Marselha - passagem de fuga da II Guerra Mundial para o Marrocos (França Livre);

14/11 - conhecendo Marselha;

15/11 - 06h25 pegando voo pra São Paulo, com conexão em Amsterdam - espera de 2 horas - e chegando às 19h15 em Guarulhos.

Sobre os custos:

A passagem aérea será parcelada no cartão em 5 vezes - R$1908,05, pela Air France.

Tenho seguro de viagem pelo meu cartão de crédito e já estou pegando todas as info para usá-lo. Já mamorrr vai gastar uns R$140,00 com o seguro, aproximadamente.

Pretendemos comprar um passe de trem "Flexi pass" para Benelux(Holanda, Luxemburgo e Bélgica) e França, por R$700,00, cada, que nos dará direito a 5 viagens em 2 meses por estes países. Duas ou mais pessoas viajando de trem juntas também tem desconto, mesmo que não tenham mais 26 anos!!!!

Levaremos R$3000,00 cada, sendo que não usaremos tudo, provavelmente, porque os valores de transporte (trem e avião interno) estão inclusos nestes três mil, só que pedem uma comprovação de, ao menos, R$120,00/dia para estar em alguns países. Podem pedir para ver o nosso, então vamos levar no VISA TRAVEL MONEY, e meu cartão de crédito, que não pretendo usar porque vai ter incidência de 6% de IOF a cada compra. O negócio é economizar e levar dinheiro puro mesmo.

Será um custo de, aproximadamente, R$210,00/dia, que incluirá, hospedagem, alimentação, todos os transporte(inclusive ida e volta do Brasil) e atrações. Ah, é baixa temporada, então as coisas estão mais em conta também. Contamos com isso.

O custo total, será de R$5650,00 cada, sendo que, se soubermos não abusar, voltaremos com dinheiro. Daí a gente conta pra você.

Tudo isto é projeto porque, quem me conhece, sabe que as coisas podem mudar no meio do caminho. Mamorrr é que gosta das coisa mais certinhas. Vamos ver como nos sairemos!!!


Nos próximos posts, falarei sobre as poucas reservas que farei e do passe de trem que comprarei. Tudo pela internet.



Tudo


de

bom!



Favel!


17 de mai. de 2011

Insegurança, sem zona de conforto: é isto aí, Michael Kepp!

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Estava eu, na minha vida de trabalhar e ler jornal pra me atualizar, colocando em dia uma semana passada de Folha de São Paulo, quando leio o editorial do caderno Equilíbrio do dia 3 de maio, escrito por Michael Kepp.
O que me atraiu na leitura foi o destaque do texto em negrito:


"No tempo que passei pegando carona nos EUA, aprendi que a segurança só vem se abrimos mão dela."

Puts! É tudo o que acho que acontece no mochilão!
Este estadunidense "radicado" há 28 no Brasil, estava escrevendo sobre se colocar em situações difíceis para engradecimento interno.
Ele fala no texto que nos seus 20, 30 anos, passou muito tempo pegando caronas pelos EUA e carregava uma placa que dizia "QUALQUER LUGAR, MENOS ESTE" . Não sei se ele tirou isto das próprias ideias, ou se viu um filme, viu alguém fazendo, leu um livro que o inspirou, mas sei que foi levado pelas energias do universo a fazer o que achava ser "a coisa certa".
Ele diz que ao se colocar em uma situação aparentemente insegura por um tempo indefinido e aceitando suas consequências, aprendeu a desenvolver uma segurança interior. Falo muito sobre isto, principalmente depois que a gente volta do mochilão. Parece que tudo é mais simples e que os problemas têm menos importância se comparados com as maravilhas que existem no mundo.
À época, ele vivia de bicos e se estabilizou temporariamente em algumas cidades estadunidenses e europeias, até que se encontrou no Rio de Janeiro. Gostou do jeito do carioca, totalmente diferente da frieza europeia.
Para ele, que é jornalista free lancer até hoje, trabalhar assim, "viver à margem de uma profissão, como viajar à beira de uma estrada, ensina que a segurança vem de ter fé em si mesmo." Meu, gostei disto. Acho que, deste jeito, eu tenho fé. Essa coisa de geração "x", "y", e sei lá qual a próxima letra que chegará, que venha! Apesar de toda esta agitação, o que eu quero é estabilidade para viver, para viajar, para valorizar meus amigos. Estabilidade do meu jeito, claro!
Michel Kepp também diz que "muitos jovens - que não viajam mais como jovens viajavam há 40 anos, fosse em quilometragem, fosse na psicodelia - conhecem o terno e a gravata antes de conhecerem a si mesmos." Isto é uma realidade dolorosa ao menos para mim, que quero ser da geração boomers, da qual não faço parte, só pela estabilidade que tinham.
Falando de auto-conhecimento, é bem o que ele quer mostrar aqui, ao menos em minha percepção. Descobrir-se nos riscos de se ver em lugar não conhecido, com pessoas não conhecidas e cultura de cobrir os corpos, fumar narguilé, carregar toras, domar cavalos em pelo, comer black puddin (arrrrghhhh!), fish n' chips, não dar três beijinhos, falar gritando....nossa! Culturas diversas que moldam nossa mente e espírito da melhor forma: amorfa. A mente que é uma argila sempre pronta a aceitar e incorporar o melhor do que vier. Sem medo; só positivismo.

Aventurem-se! Michael e Verônica recomendam!

Aventurem-se por uma vida mais bem vivida.

E como ele diz
"para que a vida passe por você, ao invés de você passar pela vida".


Vão logo mochilar que já se faz tarde!!!!

V for Verônica


Michael Kepp é autor do livro de crônicas "Sonhando com sotaque - Confissões e desabafos de um Gringo Brasileiro" (ed. Record)

20 de mar. de 2011

Vocês já viram este blog de Eber Guny na CI?

Eber, após uma trilha de 4 horas nas Highlands - Escócia - O nascer de um mochileiro

Gente, totalmente concentrada em outras coisas. Perdão.

Isto tudo pra poder voltar a fazer minhas mochiladas, agora junto ao "mamorrrr"

Pra não deixar os futuros mochileiros, viajantes do mundo abandonados e me abandonando, sem contar suas jornadas, cá estou, deixando, mais uma vez, um endereço de mochilada de 2007 do meu amigo Eber Guny. Ele fez a viagem pela CI, mas dando aquele "twist" com o q aprendeu no mochilão que fez comigo no ano anterior.

Tem bastante texto e bastante info. Visitem: http://www.ci.com.br/viajante-ci/blogs.eber-mochilao-e-aventura/semana.1

Ah, e ele criou um portal de mochilão( MOCHILÃO SEM FRONTEIRAS. Conhecem?), mas precisa de pressão porque aconteceu "alguma coisa" e ele saiu do ar. PRESSÃO NELE!

Tudo de bom sempre.



Só consigo por foto no final ou no começo desta porracaria.




V for Verônica

18 de jan. de 2011

Ói eu aqui, Ó, em 2011! Falando de mochilão e profissão!!!

Faz tempo que estou longe de vocês, não!?
Feliz 2011!!!!

Eu tô viva, trabalhando e estudando bastante
e é por estas boas causas que desapareci daqui. Viajar que é bom ainda não rolou nestes últimos meses. Vai acontecer, podem ficar sossegados.

Estou fazendo um curso de pós graduação em Comunicação Organizacional que está sensacional. Fico imaginando trabalhar na área de Relações Públicas de uma grande Agência de Turismo. Isto seria muito bom, principalmente porque as RP são a área da integração entre todos os públicos. O público cliente interno (que precisa comprar a ideia da agência), o público cliente externo (que são os clientes pessoa física e jurídica), todos parceiros no projeto, a partir do momento em que dizem “sim” para o serviço oferececido pela Organização.

É! Tô bitolando em comunicação. E preciso bitolar. O mais legal de tudo é reconhecer no discurso dos professores a IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO, DA CULTURA, DA EXPERIÊNCIA NA VIVÊNCIA EM OUTROS PAÍSES.

Conhecer tipos de pessoas, para a comunicação, é o essencial. Reconhecer perfis, saber se adaptar a situações, compreender comportamentos diversos ao seu no ambiente de trabalho. Nossa! Estou onde deveria estar. E preciso viajar e conhecer o mundo muito mais (claro)!
Reconhecer problemas comunicacionais dentro da Organização onde se presta serviço é uma das formas mais rápidas de se resolver crises. COMUNICAÇÃO É TUDO. Em qualquer área da vida. Aí eu entro com o MOCHILÃO DE NOVO!!!!

Em meu livro, falo sobre o que você desenvolve durante uma viagem neste estilo: cultura, psicologia, administração, economia, antropologia, sociologia, história, ecologia, desinibição, e, o mais importante de tudo, DIGNIDADE e HUMILDADE.

As organizações buscam pessoas com espírito forte, inovador e independente. Vejam que falei PESSOAS. Não estamos mais nos Tempos Modernos de Charles Chaplin(foto de Charles mais embaixo, comendo um milho, sendo servido por uma máquina). Somos seres que pensam, opinam e se emocionam, “de P a P”, desde o Porteiro até o Presidente da Organização(palavras de Paulo Nassar, um dos excelentes professores do curso GESTCORP).

Se você tem a oportunidade de conhecer o mundo, outros tipos de gentes, culturas, formas de viver, perca este medo bobo! Pessoas são iguais em todo lugar. Boas ou ruins, a bondade é maioria.

Estava lendo em uma SUPER INTERESSANTE antiga sobre cães (Lá em cima. Não consigo colocar as fotos no lugar. Merda....), onde dizia de onde havia surgido o cão doméstico. Ele veio dos lobos, só que os mais afáveis sobreviviam, pois conseguiam se aproximar do homem e ser alimentados em épocas difíceis. Já os lobos com instinto mais violento, passavam fome e iam desaparecendo. Assim, a seleção natural dos mais dóceis se preservou.

Certo, somos de outra raça, mas somos animais e nossa seleção é idêntica. Já ouviram falar no “prêmio Darwin”? Ele também fala sobre seleção natural. Acessem a página e vejam vocês mesmos. "Homenageando aqueles que melhoram a espécie humana se retirando dela".

Sobre a dignidade em viagem, posso dizer que você pode se sujeitar ao que é possível. Muitos gostam de viver no limite e passar pelo que considero humilhações. Passar fome para guardar merrecas de dinheiro durante a viagem (tem gente que faz isso e acha digno. Cada um com suas concepções, certo?), Arrebentar os joelhos, carregando uma mochila de 13 kg, economizando em determinado transporte sem verdadeira necessidade, dormindo em locais suspeitos também por economia porca. Viram que tudo envolve dinheiro? Muito da dignidade está ligada ao uso que você faz do seu dinheiro. Seja sábio, seja humilde e seja DIGNO COM VOCÊ MESMO. Cada pessoa tem seus limites e o mochilão faz você descobrir que limite é algo que você inventou pra lhe confortar. Amplie seu horizonte e veja o mundo de possibilidades profissionais, espirituais, emocionais que está diante de você.

O mochilão, pelo seu jeito de ser, mostra, à força, muita coisa para o viajante. Ele lhe coloca em situações em que você terá que agir de qualquer jeito para dar continuidade a jornada. Seja mudando seu curso, reservando uma hospedagem, fazendo um novo amigo, despedindo-se de outro. Ai, isso é o mais difícil: despedir-se das pessoas do caminho. Daquela CONVERSA toda complicada em outra língua, daquela leitura terrível do mapa da cidade que fez você darem muitas risadas depois da terceira volta seguida no mesmo lugar, do cerveja quente no pub norueguês que na verdade estava deliciosa, junto com a companhia, as verdades que se diz ao desconhecido mais conhecido do momento. Isso engrandece a gente. Dói muito a despedida, a pergunta do quando veremos aquela pessoa tão especial de novo neste imenso mundo.

De todas as relações que temos durante a vida, citando aqui a profissional, a familiar, os amigos, temos que lidar com conflitos, seja de uma frase mal dita(maldita frase), uma emoção mal expressada, uma leitura errada dos sinais do outro, a mais importante de todas é a nossa relação CONOSCO. Se você estiver infeliz com você, com a forma com que sua vida está lhe tratando, só você poderá transformar as coisas. O mochilão, mais uma vez, serve como terapia para você. Ele lhe coloca em contato com seus instintos, em situações diversas das usuais, busca dentro de você a solução para a melhor sobrevivência. Será assim que você se conhecerá melhor, saberá lidar da melhor forma com situações e será um ser mais evoluído e sábio em diversas relações.

Profissionalmente e psicologicamente uma viagem como esta lhe trará tantos benefícios quanto lhe traria um curso teórico de administração, ou um ano de terapia. Claro que até recomendo a terapia, dependendo do seu grau de distúrbio. Desconheço muito da área da saúde, mas gosto de ler pessoas. Então, como não posso prescrever medicamento, prescrevo viagens com receita mochileira.

Acho que o mochilão já está tratando um bocado de gente pelo mundo. E eu estou ficando sem este medicamento há tempos!!! Ai! Ai! Ai!

Ah, e sobre AMOR AO TRABALHO, entenda que o local onde você trabalha é apenas o local onde você faz uma troca de serviços; ele não é SEU. Faça o melhor nele, mas não se apegue. Pessoas são insubstituíveis sim, cada uma com qualidades inerentes, jeitos, emoções, diversões, energias, mas muitas pessoas ainda vêem gente como nos Tempos Modernos. Tempos que estão ficando cada vez mais velhos e ultrapassados. Aprenda, conheça, comunique-se bem, estude, respeite e ame. Transforme sua vida em algo especial. Afinal, isso é tudo que temos a fazer em vida: VIVER BEM.
VIVER e VIVER e VIVER.

E vá logo preparar seu mochilão!


V for Verônica
Fotos diversas de VIDA que não consigo colocar no meio do texto. O que está acontecendo com o blogspot? Ou seria meu computador????

Esquilo na minha goiabeira

Casa da Cultura em parque na cidade de Itatiba

Eu, pintada de Gueixa, coisa linda

Mamorrrr nos trilhos do trem de Louveira e a lua cheia acima

Mamorrrr e Pandi na estação de trem de Louvercity

Katchenha, Fernandinha, Pandi e Mamorrrr. Ao fundo, igreja de São Sebastião, em Louvercity

Yo y la luna

No ritmo da balada em Itatiba

As sombras da noite Louveirense: Mamor, eu, Eber, Fê e Elvis e
o amor no caminho do morro do Biscuola. Ai, ai....

22 de out. de 2010

This one goes out to “backpackers to be” - Pleasentville

Put pics later. Something wrong here...
I was watching “PLEASENTVILLE" the other day and, all of a sudden, something came to my mind again: IGNORANCE is so comforting. It is so not to do what will change your routine, what will make you think more, have ideas, realize you are not happy....

"WHAT?
I'm the happiest person in the world! I live in a great country, i have a great family, great friends, my computer, my car, my cable, my games, my Ipod, my pool, my dog, my clean laundry, my junk food, my club to party, my mountain, my money, my girl or boyfriend...."

Oh, boy! You own a lot, huh? So many things to worry about...
Yeah! We usually worry about things we own. So, let me just put it clean to you:

You own nothing! And “be something” is just a “state”, not a permanent thing.

Nothing is forever and answering to my beloved Freddie's song, I'd love to live forever, but I won't. We won't, dear.

I'd say that live longer and be happy depends on our “bamboo flexibility”. How much can you bend until you break? Are you an oak or a bamboo? The steadier you think you are, bigger the damage. I'm talking about psychological matters. The younger you try different things, sooner you'll realize the importance of flexibility, indifference towards some possessions, and that we really need less than we think we do.

Backpacking teaches a lot. It is a traveling style where you put in your bag the essential for the living, let's say, for a couple of months away from home.

Of course there are no rules to backpack, but, BUT, if you follow some steps you'll experience things other travellers will probably never go through. Good AND Bad. You'll agree with me when I say that all experiences improve the spirit, right? Well, let's read our “rules”:
1 – Try to travel alone for once – Then you'll see you are never alone
2 – Try to travel to a country other than the one you live in – This way you'll get along with other cultures and realize things you thought were weird or normal have another meaning elsewhere
3 – Try to get to know a lot about the place you'll visit before you get there – It's like a literature course where the teacher asks you about that book he gave you to read before his class and wants to discuss it with you. The thing is the teacher this time will be yourself, and the slides will be the world. Of course you'll also meet a bunch of teachers and students around to discuss that world with you.
4 – Try to camp or stay in hostels – Then you'll meet people from all over the world, learn some words in english, french, russian, german, portuguese, spanish, polish,indian, arabic, greec....you choose. You also, certainly, will be invited to join groups, go to wherever someone is going and invite people to go out with you. You'll learn that nothing is forever and that the sneakers that are smelling in the room today, will be far far away tomorrow. You'll be happy about the smell, but maybe, sorry about the owner who was that great guy, or sexy girl that left with it.
5 – Spend as much as you can in things that have a true meaning for your life like museums, good experiences, one or two parties, an exoctic food, a great ride, things like that. If you start shopping all the time you'll spend your time in futile things when you should have been learning about life; yours and other's. Remember that your backpack will get heavier as the time passes and you should empty it, not fill it with new clothes and stuff you could buy at home or on the net. Use money wisely. Bacpacking can teach you a lot about it. Mostly when you don't travel with loads of it.
6 –
Talk to people on the streets. Try some words in other language – then you'll see people like to help and are proud of having people visiting the country they live in.
7 – Remember: this is a temporary liberty in the routine life we live. Enjoy it. If you have a problem on the way, don't suffer(a lot); solve it. Then you'll see how you can actually think straight.
8 –
When you get back home you'll feel the improvement. Maybe move, change your habits, respect more the differences, be a better person, be a professional backpacker - hahaha
9 – Try to understand that meeting, learning, getting to know is what really mattersLife is too short to be waisted with your headphone, your PERSONAL Computer, your pool, your life.
Join life in the world cause you are part of the energy of the world.
10 - The problems you have at home are nothing compared to your life experience after backpacking. Everything you saw, you learned, you had been through, will make you stronger and wiser. Many things don't have the importance we give to them. Life can be softer.
11 - Travel light - no beauty products, 3 pair of high heel shoes, 5 dresses, 3 changes of jeans. Learn to wash the little you bring, huh!
And come to Brazil, of course. Say “hello” to me in Louvercity!
Cheers and watch the TRAVELBUG Video which express perfectly the spirit of
BACKPACKING around the world.
Take care, you guys!

"What is outside of Pleasentville?"
"There are some places where the road keeps going."
"Keeps going?"
"Yeah! All keeps going, like roads and rivers and...."

Keep on going, guys.
Keep on going.

V for Verônica

13 de out. de 2010

O sabático - COMER, REZAR, AMAR

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Falei anteriormente sobre sabático neste post aqui, mas dedicarei um texto inteiro a esta jornada de AUTO CONHECIMENTO, DE APRIMORAMENTO DOS SENTIDOS E SENTIMENTOS.

O povo que mais faz isso é o australiano. A "desculpa" deles é que estão longe de tudo, então logo que saem do colegial, ou da faculdade já tem uma grana guardada pra fazer esta longa viagem por diversos lugares do mundo. Sabe lá quando vai dar pra fazer de novo? O negócio é pegar uma turma, ou ir sozinho mesmo e passar meses viajando, morando em outro país, se divertindo, conhecendo as diversas culturas. Não li estatísticas de viajantes. Conversei com viajantes enquanto eu estava na estrada. Muitos australianos pelo caminho e nenhum ia ficar menos de 6 meses na estrada.

Veja o caso de MATT HARDING, o viajante que dança mal: ele foi para a Austrália trabalhar numa empresa de video games e resolveu que com o dinheiro que havia conseguido, iria dar uma volta ao mundo. Com quem? Amigos australianos, oras! De quem mais sairia a idéia de um sabático, ainda mais estando na Austrália? O cara de Connecticut foi junto com os ozzys!O longo sabático (seis meses para mais) é um desapego temporário de tudo o que você era.Uma busca por algo que faça a diferença em sua vida. Estou dizendo que se sua vida já é boa ela ficará mais especial ainda. Seu poder de convencimento para a verdadeira importância das coisas em uma vida será mais forte. A sua experiência de inserção em outro mundo, outra vida, situações totalmente diferentes das de seus dias "normais" farão de você uma pessoa mais sábia.

Também tem aquele filme fofo, Sob o Sol de Toscana, que é baseado no livro homônimo de Frances Mayes. O objetivo dela era ter um lar feliz. Ela queria um casamento, um nascimento e uma família em sua casa. O negócio é que sua casa, que era em San Francisco, foi pra Toscana, na Itália. Ah! Veja o filme! E tem uma outra coisa que pensei agora. Ela come e cozinha muito, ela reza muito e ama! Tudo em um mesmo lugar NOVO.

Muita gente faz este tipo de viagem, assim como muita gente faz mochilão, mas não divulga. É que no meu pensar a gente tem que dividir com as pessoas aquilo que faz bem. E muito bem.

Ainda não vi o filme COMER REZAR AMAR, mas pelo trailler já sei que:
Parte I - ela tá com grana.
Parte II - Ela fica sossegada em cada cidade, sem pressa, pra "sentir" o movimento dos lugares. Perfeito. Quando eu $puder$ farei assim.
Parte III - É uma viagem temática(claro). Ela come, reza e "ama". hahaha

Lembre-se de que É REGRA O LIVRO SER MELHOR DO QUE O FILME. Então, mesmo que você esteja pensando em como é chato ler um livro, ele sempre tem muito mais a oferecer do que o filme e com explicações. Sugiro que você leia para saber mais e para exercitar seu cérebro.

O sabático não tem regras fixas. Não precisa ter um tema(apesar de facilitar). Precisa ter SENTIDO. Saiba o porquê de estar fazendo esta viagem. Assim ela lhe dará respostas para perguntas que você nem imaginava que teria em algum momento de sua vida. Ela te faz pensar pelo simples deslocamento.

Se VOCÊ TEM GRANA pode planejar seu sabático pra já. Sua principal preocupação será para onde e o motivo. Daí é alugar uma casa nos determinados lugares e viver um outro você.

Se você NÃO TEM GRANA planeje profundamente seu sabático a partir de agora. Quem sabe em daqui um, dois anos você está com uma boa grana e passa seis meses com seu pé que te levará pelo mundo.

É legal você, além de ter um sentido na sua jornada, ter o dinheiro para todo o período que vai ficar fora. Claro que muitos conseguem uma boquinha, uma semana de trabalho, ou até muito mais, mas melhor ir com segurança pra permanecer sossegado durante a viagem de engrandecimento.

Se você estiver pensando sobre o que fazer com o que vai deixar aqui, ainda mais se for sozinho, é só visitar meus posts sobre VOLTA AO MUNDO.

A dona foi comer, rezar e amar.

E você, que acabou de descobriu que a regra da vida e da sua felicidade é você quem faz:


O QUE VOCÊ FARÁ AGORA?

Como diz mamorrrrr,
"Pode ficar sossegado. Estou com você! "



V for Verônica

1 de out. de 2010

Vai votar dia 3 de outubro? Veja este video e boa sorte para nós!

CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA AO VIDEO PESADÃO DO GAROTO SOBRE POLÍTICOS


Meus jovens!

A gente concorda com parte, espanta-se com outra, mas no geral. Isso EXCISTE! é tudo VERDADE! O pequeno é desbocado, mas fala coisa com coisa.

Assistam, vá! Quem sabe isso faz você pensar um pouco mais antes de digitar o número do candidato q vc escolheu pra melhorar O COLETIVO.

Lembre-se: Penso, logo VOCÊ existe.

Ser egoísta, pensar naquilo que é melhor pra você é o 8º pecado capital. Aliás, deveria ser o primeiro porque é dele que resultam todos os outros. É o que faz tudo virar uma grande droga.

Pensando no outro, na verdade você ESTÀ PENSANDO EM VOCÊ SEM PERCEBER. É o que chamo de bom egoísmo.

E eu vou viajar. Pra votar em São Paulo.


V for Verônica