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18 de jun. de 2009

O que pode mudar depois do seu mochilão???

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Ando bem distante da net, principalmente porque estou sem net em casa, mas também porque estou trabalhando novamente como assalariada, desta vez do Estado.

Meus jovens,

façam o máximo possível para serem bem sucedidos nos estudos e seguirem uma carreira promissora e de preferência em uma área que gostem. Pode ser que você se forme apenas depois de adulto, mas não desista do seu primeiro desejo. Até pouco tempo eu não sabia exatamente em que queria trabalhar, sendo algo que eu gostasse. A minha única preocupação - como a de grande parte da população – era ter dinheiro para poder viver e pagar o sustento do governo ao qual “nós estamos subordinados”(isso mesmo). Se eu tivesse ficado o resto da minha vida no meu antigo emprego, acho que estaria feliz, mas apática quanto a poder fazer mais pelo outro. É. Isso sempre foi importante para mim, mas apenas pensava sem agir. Hoje, num emprego bem mais modesto, penso que ainda sou jovem o suficiente para continuar me empenhando em fazer o que gosto e trabalhar com isso: TURISMO INDEPENDENTE.

Depois de várias viagens e analisando as tantas pessoas que tinham mais condições que eu para viajar(grana), comecei a questionar: “O que será que esse povo faz com o dinheiro que ganha?”

Julgamentos são impossíveis e desnecessários aqui. Cada um sabe (ou não) o que faz com seus ganhos. As contas da casa, ajuda um parente aqui, o filho que quer um celular novo, ou a nova Barbie, o primo que pede pra pagar um curso profissionalizante ali, o pneu do carro que furou, aquela marca de arroz que a gente gosta que aumentou, o batizado que pede uma roupa nova pra vestir pela manhã...Vejam que aqui temos “primeiras necessidades”(...que não são diretamente nossas) e um mínimo de vaidade. Meu, a gente parece que vive primeiro pra pagar contas e depois para viver literalmente! Como é que nos deixamos enredar por coisas dos outros ou por tantas coisas desnecessárias? Por que tomamos como nossos alguns problemas que deveriam ser sim resolvidos pelos problemáticos? Será que estamos realmente ajudando ou estamos apenas acostumando mal o próximo? Eu, por exemplo, estou em situação bem chata. Meu salário não dá para mim e minha irmã está me ajudando nas despesas. Estou péssima com isso, mas depende apenas de mim mudar esta situação o quanto antes. Só depende de nós transformar as coisas. Estou estudando para mais um concurso e vamos ver no que vai dar. Depois é seguir com o que realmente quero em paralelo até ter força total. Infelizmente, antes preciso de grana e darei o melhor de mim para trabalhar bem e depois ser bem sucedida em minha real vocação. Depois de tanto desabafo (é que estou bem chateada. Não está fácil), vamos ao post e as transformações pós mochilão.

O pós mochilão apresenta sensações totalmente distintas de alguém que fez um tour ou um intercâmbio pelo mundo. O ato de se aventurar de forma independente já é algo impactante o suficiente para despertar sentidos antes não manifestados apenas porque nunca se havia passado por situações tão distintas de tudo que já se havia passado na vida cotidiana.

O uso de uma outra língua, o esforço para compreender e ser compreendido, os receios de se estar seguindo o percurso certo e o alívio de chegar aonde se queria, tudo isso produz uma química excitante em nosso corpo e torna toda e qualquer situação durante a jornada viciante. Cada dia é como uma nova prova de sobrevivência, e cada final de dia em um novo lugar, com novas amizades é outra vitória. Muita adrenalina e felicidade por saber-se capaz de viver com independência, apesar das tantas diferenças comparadas ao dia a dia.

E chegando em sua cidade natal, tudo é muito pequeno, todos são tão comuns....e você é tão.....estranho.....É você quem percebe sua estranheza. A opinião dos outros começa a ter sentido. Você começa a ouvir mais, questionar e respeitar mais o outro. Sua rua é estreita, os prédios estão descascando, a rua de trás tem um nome, o casarão da praça finalmente tem uma história que você finalmente se deu a gentileza de ouvir, a praça está com muito poucas árvores, os jovens não querem saber de nada, meus pais só querem assistir noticiário de tragédia, meus colegas só querem sair para o bar e para dançar, meus colegas de faculdade só sabem falar mal um do outro. MEU DEUS! O QUE ESTÁ ACONTECENDO COMIGO??? PARECE QUE OUÇO VOZES FALANDO EM OUTRA LÍNGUA!!! Hoje sonhei com tal lugar onde dormi em Colônia na Alemanha, aquele bar está fritando algo que está cheirando como aquela lanchonete em Balli Galli na Irlanda, encontrei um mochileiro estrangeiro no metro e tentei ajudá-lo,(meu, eu nem falo inglês!) o trânsito está cada vez pior, os jovens não sabem conversar, as pessoas sujam muito as ruas, ninguém pede licença, desculpa, ou diz obrigado(a) pra minguém..."O QUE TÁ ACONTECENDO COMIGO? POR QUE ESTOU PENSANDO EM TUDO ISSO? POR QUE AGORA ESTOU VENDO TUDO ISSO?” Bom, eu diria que o mundo abriu seus olhos. Acredite ou não, esta é a verdade. A gente ás vezes precisa ver a terra do vizinho pra enxergar bem a nossa. (clique na img da barraca com olhos e boca aberta)

Lembro-me da primeira vez que viajei para fora do Brasil, quando sobrevoei a Serra da Cantareira, já voltando, chegando no aeroporto de Guarulhos, agradeci a Deus por tudo ter corrido bem. Senti uma tristeza, um enjoo por tudo ter acabado e uma coisa estranha, como se eu não tivesse lugar no mundo. Como se o avião fosse pousar em qualquer outro país, menos no Brasil. Um cheiro de aeroporto, de mala, de gente com adrenalina bombando, ou porque vão começar uma jornada, ou porque estão concluindo as suas, como eu estava finalizando a minha. Passando pela Margina do Tietê, lembro-me de ter sentido um vazio. Parecia que eu não era eu. Minha língua estava estranha porque tinha falando muito inglês. A cabeça ainda estava pensando em outra língua. E o céu, as construções, toda a visão da cidade tinha uma intensidade obscura. Tudo parecia tão mais escandaloso aos meus olhos. Os detalhes de tudo saltavam. Não conseguia me concentrar com tantas coisas que nunca tinha reparado. Os barulhos do trânsito pareciam diferentes dos de onde eu estava, as pessoas eram tão diferentes no vestir, no movimentar, a estrutura corporal. Nós temos formas tão elegantes e nos movimentamos tão graciosamente...Nossos carros são tão barulhentos e tem tanto carro velho na rua, nossa economia é tão diferente, aqui tudo é tão mais sujo e mais estreito......e assim foi seguindo meu pensamento.

Não pensei em mudar de vida, ainda mais porque já viajo desde nova pelo Brasil e sempre gostei das coisas do estrangeiro como culturas, línguas, artes, então não pirei, mas absorvi e desejei (desejo!) sempre poder apreciar os lugares do mundo em seus devidos lugares.

O que será que pode acontecer com você? Sabe, esta é mais uma das razões pelas quais sugiro que você experimente um MOCHILÃO o quanto antes. Quanto menos você tiver a perder, melhor para você fazer uma TRANSFORMAÇÃO TOTAL de vida. Ver se a faculdade que está cursando é a que você realmente queria, se o namorado(a) é “o cara” mesmo, se o que quer que seja que você esteja fazendo no momento é o que você deveria estar fazendo.

Aproveite o quanto antes para você poder desfrutar melhor da sua vida de lazer e profissional com mais intensidade e felicidade.

Estude muito, trabalhe com o que gosta e use sabiamente o dinheiro do seu “porquinho”.


Tudo do melhor para vocês.


V for Verônica

13 de fev. de 2009

COMO JUNTAR GRANA PARA SEU PRIMEIRO MOCHILÃO



Mochilão é o estilo de viagem que permitirá que você aprenda sobre sua vida e sobre o mundo “in loco”, gastando bem menos do que você imaginava.

Quando se fala em viajar para fora, as pessoas já visualizam um tsunami de gastos com hotéis, alimentação, tours, guias traduzindo tudo, roupas chiques para visitar os lugares, gastos com visitas a museus, parques, transportes, as compras que levarão...Quando se fala em viagem econômica, o mochilão, corta-se estes gastos pela metade. Ou até metade da metade. É que viajar por conta própria corta o intermediário. É ele quem fica com suas economias, não o local para onde você vai. Viagem por uma agência de turismo sai mais cara porque além dos gastos com funcionários, eles são seu seguro de que tudo correrá bem. Seguro não é barato. Você que tem carro novo e moderníssimo, por exemplo, sabe disso. Aliás, para quê você tem um carro moderníssimo? Um carro popular não combina com sua personalidade? Ah, tá. Você foi pego pela publicidade...Eu entendo disso. Sou formada em publicidade. E nunca exerci. Se é para fazer as pessoas se sentirem felizes, eu deveria ter feito cinema, ou sido atriz. Bem, acho que agora estou trilhando um caminho legal para fazer as pessoas mais realizadas.

Bem, viajar por agência é bem legal porque você tem todo um amparo para que tudo dê certo em sua viagem. Ainda mais gente que está cansado de organizar tudo na vida. Se bem que organizar uma viagem estilo mochilão é algo totalmente diferente e que mostra muito do que você realmente é. Assistindo alguns mochilões pelo youtube, vou conhecendo o perfil desse pessoal. Muita gente está com uma boa grana. Apesar de ficarem em albergues, vão esquiar, mergulham, vão em turma, estão sempre em pubs, baladas em Ibiza. Economizam na estadia para aproveitar na festa. Muito legal. Mas e você que é “durango”, que está pobre?

Mochilar tem um custo e é alto.
Quero dizer que você deverá sacrificar algumas coisas para realizá-lo. Você quer fazer isso? Tem o desejo de conhecer o mundo? Um pedaço dele? Então vamos lá! Tudo tem a ver com PRIORIDADES e MOMENTO CERTO.


Bye, bye, vaidade...

Ao invés de você comprar aquele tênis de R$400,00 que vai ser parcelado em 10 vezes para você ser roubado nas bocadas em que você anda, ou ser destruído na enchente, ou até roído por rato, compre logo um tênis por menos da metade do preço e que não tenha tido anúncio em tudo quanto é canto da cidade, rádio, TV. Ele também presta, não vai ser desejado por todos e, caso uma das tragédias lá do início do parágrafo aconteçam, a dor será menor.

Ah, você juntou grana para comprar um carro novo, mas está doido para fazer um mochilão? Descobriu como era, que poderia mudar seus planos para o futuro e que vai demandar uma certa quantia. Como é que você estava se virando até agora sem carro? Ônibus dos infernos? Já ouviu falar em trânsito dos infernos, pneu furado, seguro, estacionamento, flanelinha, pequenas ou grandes batidas? Vá pesando os prós. Comece a ver um amontoado no ônibus por mais um tempo como um estudo antropológico. Em que época fica menos gente dentro do ônibus? Qual o público que utiliza o ônibus, como se vestem, qual o humor do cobrador e do motorista? Alguém assiste a Bus TV (eu assisto. Muito boa.), em que época o trânsito fica pior? Gente, somos nós que transformamos nossas realidades. Se isto for insuportável para você, então, opte pelo carro. Fazer o quê?

Hum, um novo “play station”. Fez entrega como motoboy o ano todo para poder juntar grana e comprar este joguinho que vai deixar você um Ás no jogo, dentro do seu quarto, por horas (porque vicia), enquanto o mundo ta seguindo lá fora. Meu, é sua paixão! É uma vitória você adquirir o objeto do seu desejo. Mas, veja bem, quando você adquire um pouco de conhecimento (estou falando de mim) de que há mais para se sugar da vida, você precisa dizer aos outros. E, muito legal seu joguinho, mas a terra ta girando, coisas estão acontecendo e seria legal você fazer parte. Para que você está aqui? Por que você teve a possibilidade de nascer? Vá pensando. A gente tem que viver com dinheiro, então vamos usá-lo bem, com coisas e experiências que valham para a vida, tanto nossa como as dos que nos rodeiam.

O guardanapo sujo de macarronada usado pelo príncipe William, do País de Gales. Meu, tem gente que leiloa isto. E tem gente que tem condições de comprar. E compra, porra! Pô, Adorno já falou tanto da dessacralização da arte, pinturas feitas em série, vai saber se é verdade que aquele é o guardanapo? E se for? Você já está pobre pra caramba e ainda inventa de comprar aquele sutiã de R$60,00 que descobriram que é igual ao da Madonna. Semana passada ele estava a R$20,00 e você nem tinha peito. Hoje você botou umas meias para encher o bojo e sair se achando a Madonna. Aprendam a dar valor verdadeiro às coisas e principalmente à você pelo que é e pelo que poderá se tornar.

Quer fazer um mochilão? Vai ter que aprender o que realmente vale à pena. Este é um ensinamento que vai ser absorvido mais ainda após a conclusão de sua jornada.

Você deverá diminuir o número de baladas também porque cada engradado de cerveja, energizante que você beber , porções de tudo que você pedir em uma noite de balada pesada com os amigos é um dia passeando por Londres, por exemplo, visitando o museu Madame Tousseau(+ou-R$32,00), comendo um sanduíche de frango sentando no Hyde park(+ou- R$6,00), depois visitando o cemitério Highgate(+ou-R$12,00) e depois, fazendo um passeio de barco pelo Tâmisa(+ou-R$24,00). E não se esqueça da diária do albergue(R$80,00). R$154,00 em um dia. Ás vezes, mais ainda. Como eu disse, não é barato. Principalmente a libra. Se bem que você ainda vai andar pela cidade inteira de graça e terá museus gratuitos por lá também. Não se assuste. Estes valores caem até pela metade em outros países. Usei como exemplo a Grã Bretanha para dar logo um susto e você ver o quanto pode economizar para fazer algo diferente do que faz todo mês, ou todo final de semana.

E você não pode ver um sapato novo numa vitrine que logo quer comprar! Quantos pés você tem, Lula molusco? Quantas vezes ao dia você troca de sapato? Ah, mas todos os meus colegas vão reparar que estou sempre com o mesmo sapato. Que bom para eles que podem ficar comprando sapato para os vinte tipos de personalidade que eles querem ter. As pessoas do mundo não ficam olhando para seus pés. Tem coisas mais importantes para elas verem. Veja que maravilha. No mochilão você só vai lembrar de que tem pé quando eles começarem a doer de tanto você ter andado pelo mundo. E você terá, no máximo, dois pares de calçados para pensar em trocar: uma botina ou tênis e uma papete ou sandália.

E as bombetas? Tô falando de bonés estilosos. Vão consumir as cópias que são mais em conta. Gastar dinheiro com isso é demais se você planeja fazer um mochilão!

A gente sempre tem grana, vá. Pagamos nossas contas de consumo, parcela do aluguel, ou casa própria, IPVA, IPTU, seguro, curso de qualquer coisa, transporte, comida, assistência médica.....quando é que vamos ter dinheiro para viver? Desfrutar da vida? E não é que sempre damos um jeito?! !!

Sempre temos o dinheiro para o cigarro, o bar, o fast food, o DVD, o CD, a TV de LCD, o lap top mais caro, sendo que você vai usar só para jogar paciência ou ver filme, o aparelho de som que mais parece um painel de carro(isso é design para seduzir, mas funciona como qualquer outro aparelho de som muito mais barato), o celular mais moderno que a gente usa só pra ouvir mp3 porque não tem grana para pôr crédito, e tem muito mais.

Bom, você já sabe que o mercado quer te seduzir e levar o pouco de dinheiro que você, digamos, tem sobrando, embora. Agora você deve se educar a resistir às tentações vãs e centrar suas parcas economias naquilo que valerá por muito tempo para sua vida. Pode ser uma viagem, uma casa, uma doação para necessitados, um curso de aprimoramento, um aparelho auditivo, uma TV para seus pais, um fogão para sua avó. O importante é aquilo ter uma utilidade especial. É deixar de ser vaidade para ser necessidade, realização e felicidade para muitos. É passar anos e você se lembrar do seu feito com satisfação. Com aquele fogão que comprou para a vó, ela começou a distribuir sopa na rua, ou depois que deu uma TV para os seus pais, eles começaram a conhecer mais coisas do mundo. Ficaram contentes. E você? O que você vai se dar com o dinheiro que você adquiriu com bastante esforço? Um carro com um som tunado, um game louco, andar na estica, ou vai viajar por alguns lugares do mundo? Você já sabe que é possível. O sacrifício é seu por algo que irá beneficiar você. Ou será que você, um rapaz, ou moça, de 23 anos pretende se casar agora?

As pessoas estão se casando cada vez mais tarde, mas ainda existem jovens, bem jovens mesmo, principalmente os que têm situação financeira difícil, que se casam com bem menos de 30 anos. Tenho, sim, observações sobre o matrimônio. Ainda mais quando se é jovem. Nunca fui casada, mas vejo que a vida de um casal é uma empresa. Os gastos são maiores e devem ser divididos. Logo pode vir um rebento, o que aumenta mais os custos da empresa, as decisões são feitas pelos sócios. Considera-se que as coisas são feitas em família, ou seja, aonde um vai, todos vão. Mais gastos. As despesas, mesmo que estejam sendo gastas mais por um dos sócios, serão divididas pelos dois. Vontades, muitas vezes, são suprimidas, pois um dos sócios pode discordar ou pouco se interessar por algo. Ou até temer algo. Como tudo é resolvido em sociedade, alguém pode ficar bem descontente. São coisas que ficam cada vez mais difíceis de serem concluídas. E decepção consigo. “Poxa, será que minha vida se resumirá em pagar conta de casa, ir para o litoral aqui do lado, para o bar aqui da esquina e sustentar criança?” Muita gente vive assim e está satisfeita. É que a ignorância é uma bênção. Quem não sabe é o mesmo que não ver. Você sabe. O que fazer então?

Meus pais se amam. São casados há 41 anos. Meu pai adora viajar. E viajaria muito mais se não fosse pela minha mãe que começou, depois de mais velha, a ter medo de voar, de andar de barco e de sofrer um acidente em estrada. Com a idade, algumas vontades passam, mas para você, que é jovem, coisas não realizadas podem ser frustrantes. Realizem projetos individuais antes de dividir a vida e gastos com mais alguém. Assim, até seu matrimônio poderá, um dia, ser bem sucedido. É bom saber viver só para pensar em dividir a vida com alguém.

Estas são algumas dicas para você que está bem apertado de grana, planejar seu “investimento” (olha aí jogada de marketing) em um mochilão.


Pense bem.


V for Verônica


Foto: Grupo de Congada em Nazaré Paulista. Festa do Divino Espírito Santo -SP
Foto 2: Luciana em cima e eu embaixo, no Glaciar Martial - Ushuaia - Argentina