É sua primeira vez e você não fala a língua do lugar onde quer fazer o intercâmbio? Acho bobagem arriscar fazer tudo sozinho quando você poderá deixar "problemas" nas mãos de empresas experientes.
Se algo der muito errado com a escola, ou até a hospedagem, caso tenha solicitado para a agência também, você terá uma pessoa jurídica na sua frente. Se o problema não for resolvido diretamente na escola, a empresa será alguém para lhe socorrer.
Sempre leia todo seu contrato com as agências de intercâmbio. Elas serão responsáveis por você até a data de sua volta. Deu algo errado, tente resolver com a na escola. Começou a complicar ligue para sua agência, pois algo será feito. Talvez você tenha que despender uma grana a mais, dependendo do problema e da responsabilidade da agência quanto ao assunto, mas você deverá ser respaldado no que ela puder lhe auxiliar.
Quando você tiver um problema grande durante o intercâmbio e já tiver que resolver é logo com sua agência, peça para falar com um gerente, ou diretor. Muitas vezes seu consultor perguntará para estes elementos decisórios o que ele pode fazer. Então, até fale com ele, mas se você já perceber que ele precisará falar com mais alguém e que a culpa pelo problema é de outrem, vá direto para quem resolve o assunto. Estou falando isso porque fui consultora e é terrível ficar no "conversê" para tentar dar a solução de imediato. O melhor para o cliente é ouvir: "pode deixar que já sei como resolver". Ficamos com a cabeça no problema o tempo todo. Afinal, ninguém proporciona um projeto destes a um cliente pensando que vai dar errado. Imagine que o consultor tem mais uns 20 clientes, só naquele mês, indo fazer algo fora? Pode dar problema na passagem, no visto, na hospedagem, na matrícula. E a criatura tem que resolver. É muita tensão para uma pessoa só e o cliente nem pensa que ele é mais um.
E se já é cansativo pra quem está preparado para fazer tudo isso - a agência de intercâmbio - pense em você preparando tudo sozinho, sem saber falar a língua, sem alguém no outro país para te ajudar.
É possível fazer sozinho?
Claro que é! Antes saiba que muitas escolas não aceitam matrículas de pessoa física quando você faz por aqui pelo Brasil justamente porque elas tem contrato com as empresas de intercâmbio que são, sim, as grandes divulgadoras de seus serviços. De outra forma elas podem perder seus contratos e ser boycotadas pelas agências. Um péssimo negócio.
E fique sossegado quanto a isto: fazer sua matrícula sozinho, ou através de uma agência sai, praticamente, o mesmo valor, pois as escolas já tem a porcentagem de lucro inclusa na taxa do curso. Se você compra direto, o extra fica com elas; se compra com uma agência de intercâmbio, parte do lucro(que você já iria pagar mesmo, só que para a escola)vai para a agência. Daí é pensar se vale a pena arriscar fazer sozinho, sendo que você pagará o mesmo valor para ter uma agência lhe apoiando.
Algumas agências cobram taxa de consultoria pela apresentação de diversas escolas, das informações sobre o intercâmbio e por toda preparação da matrícula e solicitação de documentação que será feita por ela. Pensando como uma ex-funcionária que ganhava também por comissão, é um elemento muito justo, uma vez que ficamos com um cliente por duas horas, ou mais, em nossas mesas, dando orientações, falando sobre os lugares, explicando como são os cursos, as escolas, as acomodações, documentações que cada instituição e País exige. Assim, seu único trabalho será tirar o visto, pagar por tudo e chegar na escola para ter aula.
A Agência é como um despachante: depois da decisão pelo programa você paga pelo pacote de informações e pela facilidade dela fazerem tudo por você. E que facilidade!
Mas você que tem nível intermediário da língua, tem família fora, eles já disseram que entendem tudo sobre fazer a matrícula, ou você já vai pra fora e já está pesquisando tudo pela internet, pesquise pessoas que já fizeram todo o processo de matrícula pra um curso sozinhas e veja onde elas se deram bem e mal.
Lembre-se de que, no caso de algo dar errado num projeto independente, será uma pessoa física(você) confrontando uma pessoa jurídica(a instituição contratada).
Tudo do melhor para vocês, indo sozinhos, ou com suas agências preferidas.
A minha é a CI porque trabalhei lá e vi como funciona!
V for Verônica
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1 de jun. de 2010
7 de abr. de 2009
VIAJOLOGIA e a ARTE DE MOCHILAR
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Como Haroldo mesmo diz é um estudioso de viagens, sempre procurando aperfeiçoar a Arte de viajar. Busco aperfeiçoar a ARTE DE MOCHILAR. Isto tudo porque recursos para fazer uma viagem mais light, podendo fazer maior uso de "verba" é o que ainda me falta. Quem é doido de recusar uma viagem onde dê para dispender grana para comer em um bom restaurante, pelo menos??? Se eu pudesse.... O que tento fazer aqui é mostrar que você pode ser mochileiro e continuar digno (nada de ficar pegando comida no lixo, ou dormir só na rua, hihi). Muitas coisa são desnecessárias e podem ser deixadas de lado se você tá com verba curta. Isto vai ajudar na sua concepção de valores. O que realmente é útil para você numa viagem e o que vale somente quando você tem grana a mais.
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Estava lendo o texto do perfil de um cara no Orkut e me identifiquei com o que estava escrito. Achei que o texto era do bendito em quem eu havia entrado, mas ele tomou as palavras para si e teve a gentileza de deixar o nome do responsável por tão interessante pensamento. Quando li o nome do autor, lembrei das revistas PLANETA que tenho no banheiro e, sim, era ele mesmo:
É trabalho, não é trabalho, o negócio é que este jovem senhor já visitou mais de 130 países pelo mundo. E olha que não foi nem metade do que existe (ou foi?). Por isso digo para as pessoas que meus 20 países visitados são um nada, sem contar que cada país tem muito o que se ver.
A Viajologia aprimora nossa visão diante do mundo, aguça sentidos, faz-nos mais cultos naturalmente porque simplesmente nos inserimos desnudos em uma sociedade diferente da nossa, dispostos a compreender e melhorar nosso jeito de ser ante o que nos é apresentando.
Tudo que está escrito neste blog objetiva melhorar sua viagem independente, fazer você enxergar aquilo que antes outros teriam que mostrar a você. A inserção meio que de paraquedas faz a gente captar na marra muita coisa. É um impacto profundo e renovador.
Você se liga logo de que quem vai ter que resolver as coisas, descobrir, procurar, seguir, perguntar, comprar, negociar, economizar, se encontrar é VOCÊ MESMO. É um curso de Administração de vida no período de férias.
Viajologia pouco se importa com camas de hotel, (a não ser que elas sejam feitas de sal, gelo...), está pouco se lixando para a marca do café que será servido pela manhã (a não ser que seja aquele misturado com fezes de cabras da Etiópia...). Tudo tem uma história e isso faz parte da viajologia: o saber. A curiosidade e necessidade de se aprofundar em cada detalhe das coisas e gentes que existem pelo mundo.
Falando em gentes....
Tava vendo outro dia aquela página 6 bilhões de outros e, meu, é tanta gente no mundo, tantos pensamentos maravilhosos (e estranhos) de gente de tudo quanto é classe social, de todas as culturas, simples, profundos, emocionantes...As pessoas do mundo tocam a gente na coisa mais importante: viver bem no tempo que temos. Viver sem desejos por luxo, por posses. Viver aprendendo a dar momentos de gentileza, carinho, atenção às pessoas do caminho e voltar para seu porto uma pessoa grande, melhor, mais sábia para lidar com a ignorância do mundo e para ensinar tudo o que aprendeu. Um dos principais ensinamentos, para mim, é: CAMINHE SOZINHO e depois viva em sociedade. Sempre falo aqui que no final nunca estamos sozinhos.
Tava vendo outro dia aquela página 6 bilhões de outros e, meu, é tanta gente no mundo, tantos pensamentos maravilhosos (e estranhos) de gente de tudo quanto é classe social, de todas as culturas, simples, profundos, emocionantes...As pessoas do mundo tocam a gente na coisa mais importante: viver bem no tempo que temos. Viver sem desejos por luxo, por posses. Viver aprendendo a dar momentos de gentileza, carinho, atenção às pessoas do caminho e voltar para seu porto uma pessoa grande, melhor, mais sábia para lidar com a ignorância do mundo e para ensinar tudo o que aprendeu. Um dos principais ensinamentos, para mim, é: CAMINHE SOZINHO e depois viva em sociedade. Sempre falo aqui que no final nunca estamos sozinhos.
Então, o negócio é saber como aproveitar tudo em sua viagem: sabores, lugares, pessoas, momentos, festejos, e, o mínimo possível, o quarto de albergue, ou o hotel. Lembre-se de seu investimento e de que ele tem que valer. Tô falando do seu tempo de vida. Dinheiro é muito óbvio.
Toda minha torcida pra você seguir com seu pé que te leva pelo mundo o quanto antes!!!
V for Verônica
13 de fev. de 2009
E AÍ: FAÇO INTERCÂMBIO? MOCHILÃO? INTERCÂMBIO COM MOCHILÃO?
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Quando a gente dá palestra sobre mochilão, uma das coisas que apresentamos é a diferença entre fazer mochilão, intercâmbio e uma viagem com agência de turismo. Vamos lá às nossas definições:
INTERCÂMBIO – viagem a estudo onde se fica hospedado em casa de família, república, ou procura-se sua própria estadia. Pode-se ter metade do dia livre durante a semana e finais de semana, lembrando-se que também se devem ter horários fora do curso para mais estudo. Afinal, é uma viagem para estudar, qualquer que seja o curso escolhido. Pode-se comprar junto ao curso, passeios de finais de semana, tours, muitas vezes com guias que falem sua língua e que acompanharão você junto a um grupo. Qualquer problema referente a viagem, o cliente deverá contatar a empresa com a qual comprou o curso. Custo alto.
PACOTE DE AGÊNCIA DE TURISMO - viagem onde você escolhe um roteiro pré-determinado, ás vezes mais flexível para ficar ao gosto do cliente, tem tudo organizado pela agência – estadia, passagens, guia que acompanha o grupo e, qualquer problema referente á viagem, é só falar com o guia que ele, sendo representante da agência de turismo, buscará solução. Custo normalmente alto. È que já encontrei umas pechinchas, tipo, 10 dias em Paris, sem guia, com passagem aera ida e volta, city tour e estadia inclusos por aproximadamente R$3.500,00 (outubro de 2007 – CVC). O valor baixo tem tudo a ver com temporada e passagem aérea.
VIAGEM ECONÔMICA – MOCHILÃO – Viagem independente, onde o interessado deverá organizar todos os procedimentos para conclusão do projeto. Estudará e planejará o roteiro, conhecerá a fundo os locais escolhidos para visitar, comprará ele mesmo todos os bilhetes de transporte necessários, reservará as estadias em albergues, hotéis, campings, contato com pessoas para se hospedar em suas casas gratuitamente, preparará sua alimentação, carregará seus pertences sozinho, pesquisará qualquer tipo de diversão extra pessoalmente, como um esporte de aventura, ou um tour pela cidade, seja de ônibus ou de helicóptero, e resolverá qualquer imprevisto ELE MESMO.
São estilos de viagem bem distintos, sendo que um dos objetivos de todos é conhecer o local visitado. Nisto todos serão bem sucedidos. Com certas diferenças como:
Intercâmbio: tempo x resultado no aprendizado x quantidade de locais visitados x custo
Agência de turismo: tempo x quantidade de locais visitados x custo
Mochilão: tempo x quantidade de locais visitados x custo
Estávamos discutindo na comunidade Eber, quero fazer um mochilão, sobre COMBINAR INTERCÂMBIO COM MOCHILÃO, algo que sou TOTALMENTE A FAVOR. Mas acho importante se analisar o tempo disponível para cada um. Nunca fiz intercâmbio e me lembro de ter pensado, bem remotamente, em ir passar um mês estudando nos EUA. Já estava terminando meu curso de inglês aqui e poderia aprender algo além da gramática básica e exercitar a língua no local. E, mais que tudo, conhecer um país estrangeiro, com uma cultura diferente da minha. Como a idéia foi beeeeem vaga, acabei foi fazendo o MOCHILÃO. E devo dizer que não me arrependo.
Olha gente, muita coisa que falo aqui serve como opinião generalizada, mas lembrem-se de que são OPINIÕES MINHAS. Cada um sentirá o benefício do que escolher dentro de si. Eu me senti bem com MINHA ESCOLHA. Cada um deve analisar e sentir o que realmente lhe serve melhor. Não vão menosprezar o projeto que vocês já fizeram, como um intercâmbio ou viagem por agência. O importante é terem absorvido informações, terem aprendido e sentido que cresceram com esta experiência. E que poderão crescer muito mais experimentando novas formas de viajar.
Voltando às minhas opiniões, o tempo é o que determinaria a validade de um intercâmbio ligado a um mochilão. Diria que precisaria de, no mínimo, um mês para realizar cada um, começando pelo intercâmbio e terminando com a prática do que se aprendeu, fazendo o mochilão.
Durante a discussão sobre o assunto, diversos pontos interessantes foram destacados quanto a validade de se fazer um intercâmbio. Só o intercâmbio. Seriam eles:
- aprimoramento da língua
- currículo
- vivência fora do país de origem
- conhecimento de uma nova cultura
- contato com gente do mundo todo em uma sala de aula
- possibilidade de passear nos finais de semana, após a aula, quando cursar somente meio período, ou em determinados dias da semana
- custo nada barato
Quem falava algo desfavorável, ou irrelevante a intercâmbio citava:
- existência de bons cursos no seu país de origem que ensinam o mesmo por muito mesmo
- não ter resultados quanto a currículo, ainda mais quando o curso é de curto período (menos de 2 meses)
- muitas vezes o estudante se envolve com pessoas de seu país e deixa de exercitar a língua que está estudando
- custo nada barato
- valeria mais a pena estudar em seu país e fazer somente o mochilão para exercitar o que aprendeu (este fui eu)
Muitos jovens têm vontade de experienciar um curso de línguas fora de seu país e, quando conhecem o mochilão, têm o desejo de fazê-lo junto. Pois aí estão algumas opiniões. Pense bem, principalmente no CUSTO e veja o que te vale mais.
Sou super a favor de fazer os dois, ainda mais se você tem condições financeiras para arcar com os custos do primeiro. Mas tem tudo a ver com o tempo para fazê-lo. “Ah, mas tem curso até de duas semanas! Então, deve valer a pena!” Olha, eu não sei, não conheço alguém que tenha cursado um mês e não sei se esta pessoa sabe o que é fazer um mochilão, ou se fez um bom curso de línguas aqui em nosso país. Só conversando com alguém que tenha passado por isso. Para mim, menos de um mês de intercâmbio, não enrola ninguém quanto a currículo e considero PERDA DE TEMPO E DINHEIRO DE MOCHILADA.
V for Verônica
INTERCÂMBIO – viagem a estudo onde se fica hospedado em casa de família, república, ou procura-se sua própria estadia. Pode-se ter metade do dia livre durante a semana e finais de semana, lembrando-se que também se devem ter horários fora do curso para mais estudo. Afinal, é uma viagem para estudar, qualquer que seja o curso escolhido. Pode-se comprar junto ao curso, passeios de finais de semana, tours, muitas vezes com guias que falem sua língua e que acompanharão você junto a um grupo. Qualquer problema referente a viagem, o cliente deverá contatar a empresa com a qual comprou o curso. Custo alto.
PACOTE DE AGÊNCIA DE TURISMO - viagem onde você escolhe um roteiro pré-determinado, ás vezes mais flexível para ficar ao gosto do cliente, tem tudo organizado pela agência – estadia, passagens, guia que acompanha o grupo e, qualquer problema referente á viagem, é só falar com o guia que ele, sendo representante da agência de turismo, buscará solução. Custo normalmente alto. È que já encontrei umas pechinchas, tipo, 10 dias em Paris, sem guia, com passagem aera ida e volta, city tour e estadia inclusos por aproximadamente R$3.500,00 (outubro de 2007 – CVC). O valor baixo tem tudo a ver com temporada e passagem aérea.
VIAGEM ECONÔMICA – MOCHILÃO – Viagem independente, onde o interessado deverá organizar todos os procedimentos para conclusão do projeto. Estudará e planejará o roteiro, conhecerá a fundo os locais escolhidos para visitar, comprará ele mesmo todos os bilhetes de transporte necessários, reservará as estadias em albergues, hotéis, campings, contato com pessoas para se hospedar em suas casas gratuitamente, preparará sua alimentação, carregará seus pertences sozinho, pesquisará qualquer tipo de diversão extra pessoalmente, como um esporte de aventura, ou um tour pela cidade, seja de ônibus ou de helicóptero, e resolverá qualquer imprevisto ELE MESMO.
São estilos de viagem bem distintos, sendo que um dos objetivos de todos é conhecer o local visitado. Nisto todos serão bem sucedidos. Com certas diferenças como:
Intercâmbio: tempo x resultado no aprendizado x quantidade de locais visitados x custo
Agência de turismo: tempo x quantidade de locais visitados x custo
Mochilão: tempo x quantidade de locais visitados x custo
Estávamos discutindo na comunidade Eber, quero fazer um mochilão, sobre COMBINAR INTERCÂMBIO COM MOCHILÃO, algo que sou TOTALMENTE A FAVOR. Mas acho importante se analisar o tempo disponível para cada um. Nunca fiz intercâmbio e me lembro de ter pensado, bem remotamente, em ir passar um mês estudando nos EUA. Já estava terminando meu curso de inglês aqui e poderia aprender algo além da gramática básica e exercitar a língua no local. E, mais que tudo, conhecer um país estrangeiro, com uma cultura diferente da minha. Como a idéia foi beeeeem vaga, acabei foi fazendo o MOCHILÃO. E devo dizer que não me arrependo.
Olha gente, muita coisa que falo aqui serve como opinião generalizada, mas lembrem-se de que são OPINIÕES MINHAS. Cada um sentirá o benefício do que escolher dentro de si. Eu me senti bem com MINHA ESCOLHA. Cada um deve analisar e sentir o que realmente lhe serve melhor. Não vão menosprezar o projeto que vocês já fizeram, como um intercâmbio ou viagem por agência. O importante é terem absorvido informações, terem aprendido e sentido que cresceram com esta experiência. E que poderão crescer muito mais experimentando novas formas de viajar.
Voltando às minhas opiniões, o tempo é o que determinaria a validade de um intercâmbio ligado a um mochilão. Diria que precisaria de, no mínimo, um mês para realizar cada um, começando pelo intercâmbio e terminando com a prática do que se aprendeu, fazendo o mochilão.
Durante a discussão sobre o assunto, diversos pontos interessantes foram destacados quanto a validade de se fazer um intercâmbio. Só o intercâmbio. Seriam eles:
- aprimoramento da língua
- currículo
- vivência fora do país de origem
- conhecimento de uma nova cultura
- contato com gente do mundo todo em uma sala de aula
- possibilidade de passear nos finais de semana, após a aula, quando cursar somente meio período, ou em determinados dias da semana
- custo nada barato
Quem falava algo desfavorável, ou irrelevante a intercâmbio citava:
- existência de bons cursos no seu país de origem que ensinam o mesmo por muito mesmo
- não ter resultados quanto a currículo, ainda mais quando o curso é de curto período (menos de 2 meses)
- muitas vezes o estudante se envolve com pessoas de seu país e deixa de exercitar a língua que está estudando
- custo nada barato
- valeria mais a pena estudar em seu país e fazer somente o mochilão para exercitar o que aprendeu (este fui eu)
Muitos jovens têm vontade de experienciar um curso de línguas fora de seu país e, quando conhecem o mochilão, têm o desejo de fazê-lo junto. Pois aí estão algumas opiniões. Pense bem, principalmente no CUSTO e veja o que te vale mais.
Sou super a favor de fazer os dois, ainda mais se você tem condições financeiras para arcar com os custos do primeiro. Mas tem tudo a ver com o tempo para fazê-lo. “Ah, mas tem curso até de duas semanas! Então, deve valer a pena!” Olha, eu não sei, não conheço alguém que tenha cursado um mês e não sei se esta pessoa sabe o que é fazer um mochilão, ou se fez um bom curso de línguas aqui em nosso país. Só conversando com alguém que tenha passado por isso. Para mim, menos de um mês de intercâmbio, não enrola ninguém quanto a currículo e considero PERDA DE TEMPO E DINHEIRO DE MOCHILADA.
V for Verônica
Foto: Renatão e Eber pensando se vão fazer mochilão, intercâmbio com mochilão....
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